Backgrounds Parte I - Rúfio

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

 




Olá amigos!

Anteriormente vocês foram apresentados a cada um dos personagens que integram os Guardiões da Prata. Porém, a descrição disponível sobre cada herói, difícilmente passava de um breve parágrafo.

Bom, hoje o Altar dará inicio a uma série de posts que detalharão melhor o passado de cada herói do grupo, e ocasionalmente alguns vilões.

Por hora, vocês conhecerão a história de Rúfio, o poderoso guerreiro anão que acompanha o grupo. O personagem é uma criação do jogador Pedro, e naturalmente, o texto a seguir é de autoria do mesmo, assim como o desenho fodão do anão.

Com vocês, Rúfio!



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Ao longe já se ouvia o tinir dos metais e baque surdo das maças contra os escudos. Tratava-se da batalha pela Cidadela Felbar, a qual homens e anões lutavam lado a lado para retomar a cidadela das garras dos terríveis orcs.

Rufio Escudo Partido, estava nesta batalha, ao lado de seu pai, Fálor Ruína dos Orcs (guer . 8 an o pro. 5 ). A batalha era tão terrível que os orcs pareciam estar sob o controle de um poderoso feitiço, pois eles não desistiam, nem recuavam. Este "feitiço" nada mais era do que gritos de fúria e incentivo de seu rei, Obould Muitas Flechas.

A batalha era difícil, mas por mais que os orcs não desistissem, ainda assim não eram páreos para dois exímios guerreiros anões: Rúfio e Fáuror.

- Vamos Rufio! Já consigo ver o Rei Obould daqui. Devemos avançar até ele agora. – dizia Fálor ao seu filho.

- Sim! Se formos juntos conseguiremos chegar lá rapidamente – asseverava Rúfio.

Assim Fálor e Rúfio avançavam, deixando uma trilha de cadáveres no campo de batalha. Ambos não contavam com o fato de que quanto mais perto chegavam do rei mais poderosos eram os guerreiros que o protegiam. Logo, Rúfio, por ser menos experiente, foi deixado para trás; enquanto seu pai, se aproximava cada vez mais do rei Obould. Fálor Ruína dos Orcs estava só, em meio a um oceano negro de orcs. Apenas mais um homem se aproximava do líder orc. Fálor resistiu o quanto pode, mas acabou se afogando naquele imenso oceano de garras, presas, aço e sangue. A batalha parecia perdida até que um valoroso guerreiro humano - aquele que conseguira se aproximar do rei monstro - conseguiu ferir-lhe gravemente. Este poderoso golpe, não apenas atingiu o rei, como também a moral dos orcs, que ao verem seu líder atingido, perderam a força e coragem. A batalha que parecia perdida, agora estava ganha, e a Cidadela Felbar não mais pertencia aos orcs.

Com a morte de seu pai, Rúfio tornara-se o líder de seu clã . Passados alguns anos, Rúfio já ocupava um dos altos cargos na segurança da cidadela. Também fizera novas amizades, dentre as quais, a que considerava mais importante era com Billy Black, anão do escudo e notável guerreiro.

Em uma das muitas conversas que tivera com Billy, este lhe pedira um favor.
- Veja bem Rúfio, eu tenho um pupilo. Seu nome é Agnus. O jovem está construindo um forte para o grupo de heróis que o acompanha, do qual ele é o líder. – Billy Black iniciava o assunto.
- Sim. Você já me falou muito sobre ele e também sobre a tal lenda sobre Torm e Agnus. – dizia Rufio interessado.
- Pois bem agora quero pedir-lhe um favor. – continuou Billy Black inseguro quanto a reação de seu amigo.
- E qual seria esse favor, meu amigo?! – respondia Rúfio.
- Que você proteja esta construção que está sendo feita em Neve Morta. – explicava Billy Black - Eu já mandei alguns anões para se encarregarem da construção, mas é necessário que essa obra seja protegida.
- O que?! Não entendo o seu pedido, amigo! Um guerreiro como eu, só para proteger uma construção? Imagino que em Neve Morta deve haver ladrões realmente muito perigosos para necessitar de uma proteção como a minha. – indignava-se Rúfio.
- Não é com os ladrões que me preocupo, mas com os inimigos dos Guardiões da Prata, o grupo de Agnus. Eles tem inimigos terrivelmente poderosos que podem atacar o forte a qualquer hora, por isso peço-te que aceite essa tarefa. Temo que se você não conseguir proteger essa fortaleza, dificilmente outro vai conseguir. – insistia Billy Black.
- Sim, agora começo a entender o seu pedido, amigo. Reunirei os sete melhores guerreiros do meu clã (não, os nomes deles não são: Feliz, Zangado, Mestre, Atchim, Soneca, Dengoso e Dunga). Mas o amigo irá nos acompanhar em Neve Morta? – perguntava Rúfio.
- Não poderei ir. Tenho outros afazeres aqui, que são tão importantes quanto o seu. – explicava-se Billy Black.
- Bom, amigo. Arrumarei as coisas e no mais tardar em duas semanas estaremos em Neve Morta. O forte dos Guardiões da Prata será a obra mais segura em toda Fronteiras Prateadas. Pode considerar seu pedido como cumprido. – gabava-se Rúfio.
- Isso sim é uma boa notícia! Fico feliz e bem mais tranqüilo agora que aceitou o meu pedido. Muito obrigado. – Agradecia Billy Black.

Ao chegar a Neve Morta, Rúfio e os demais não encontraram muitos problemas. Nem ladrões, nem outros perigos. Dizem que o mar fica calmo antes da tormenta. E assim aconteceu. Um dia de calmaria transformou-se no mais atormentador de todos os tempos. De repente, guerreiros e magos, todos dotados de uma enorme crueldade, invadiram a cidadela, matando dezenas, e tentando derrubar o forte. Os anões que trabalhavam na obra, resistiram bem aos ataques. Apenas até a mais terrível das criaturas aparecer. Envolta de trevas e chamas, com um poder virtualmente infinito derrotou todos os anões, restando apenas Rúfio, que escapara apenas por sorte.

Após a derrota, Rúfio queria apenas mais uma oportunidade de lutar contra este povo das sombras, para que desta vez sentissem a força de seu machado. "O inimigo do meu inimigo é meu amigo" assim começou a buscar pelos Guardiões da Prata.




4 comentários:

Italo disse...

"Envolta de trevas e chamas"? Foi um balrog, er... quero dizer, um balor que destruiu o forte? Seria o mesmo balor que quase matou o grupo em Maztica?

Coitados dos anões, tão leais e determinados na construção do forte, apenas para serem esmagados como moscas depois. (ou seja, satisfazer os instintos assassinos do mestre)

O Rúfio já encontrou os Guardiões da Prata ou ainda está atrás deles?

Legal o background do anão.

Até mais, pessoal.

Abraços.

nilo disse...

o anao agora esta com agente .
olha o estilo do desenho...pedro sempre se superando abraçao galera

André Carvalho disse...

Fala grande Italo.
Respondendo a sua pergunta:Sim! É o mesmo balrog (ou balor, tanto faz rsrsrsrsrs)de Maztica. E é um dos demonios responsáveis pela epidemia de possessão demoníaca no templo de Selûne em Waterdeep.

Um abraço!

Ah, e assim q aliviar um pouco a minha vida eu comento aquele e-mail q vc me mandou com a seleção dos seus textos.

Um abraço irmão

nilo disse...

atualiza vudexxxxxxxxx